O Fundo Social de São Paulo e a Defesa Civil do Estado mobilizaram ajuda humanitária para Campo Limpo Paulista, após fortes chuvas em setembro e outubro de 2026. Segundo o governo estadual, a ação atende moradores afetados pelos temporais.
De acordo com a prefeitura, o volume de chuva superou a média histórica e provocou alagamentos, danos à infraestrutura urbana e prejuízos em imóveis. O município decretou situação de emergência em setembro.
Entre as áreas atingidas estão as comunidades Reviver e São José/Bragantina, o Distrito Industrial II, o Jardim Machetti, o Jardim Santiago, a Vila Santa Catarina e a Estrada da Bragantina. Cerca de 880 imóveis foram afetados, e aproximadamente 200 famílias tiveram perdas materiais.

A prefeitura retirou os itens enviados pelo Estado no Centro de Distribuição do Fundo Social, na capital paulista, em 3 de novembro de 2026. A mobilização integra o atendimento estadual a municípios atingidos pelas chuvas, conforme as necessidades informadas pelas prefeituras.
Chuvas provocaram danos e levaram município a decretar emergência
Em Campo Limpo Paulista, na região de Jundiaí, as chuvas de setembro e outubro causaram alagamentos e danos à infraestrutura urbana. O balanço estadual também registra prejuízos em residências e estabelecimentos comerciais.
A prefeitura decretou situação de emergência em setembro, após os volumes de chuva ultrapassarem a média histórica. A decisão ocorreu em meio aos danos provocados pelos temporais no município.
Além dos imóveis residenciais, estabelecimentos comerciais também foram atingidos, segundo as informações divulgadas pelo governo estadual. Os prejuízos materiais levaram à mobilização de apoio às famílias afetadas.
Itens enviados e ações de ajuda humanitária no estado
O envio reúne 80 cestas básicas, 198 kits de limpeza, 198 kits de higiene pessoal e 198 kits dormitório. Também foram disponibilizados 1.120 litros de água potável.
A ajuda humanitária em Campo Limpo Paulista inclui ainda fitas de isolamento e lonas, destinadas a auxiliar no atendimento a danos estruturais. Os itens foram organizados pelo Fundo Social de São Paulo e pela Defesa Civil do Estado.
A primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, afirmou que o diálogo com as prefeituras ajuda a identificar as necessidades específicas de cada população. Ela disse que a intenção é compreender o que as famílias precisam e direcionar o apoio com rapidez.
A mobilização integra as ações estaduais em municípios paulistas afetados pelas chuvas. Na semana anterior ao envio, outras sete cidades receberam apoio: Guareí, Rafard, Capivari, Sumaré, Jaú, Monte Mor e Itapetininga.
O Governo do Estado acompanha os efeitos dos eventos climáticos e as demandas apresentadas pelas prefeituras. Conforme as necessidades identificadas pelas redes municipais de assistência social e pelos órgãos responsáveis, são mobilizados alimentos, água potável, materiais de higiene e outros itens essenciais.


